A moldura comum
O cabeçalho, a barra de abas e a folha de troca de equipe, presentes em todo lugar.
Todas as páginas, menos a de entrada e as de erro, dividem a mesma estrutura. Aprender uma vez basta para se achar em qualquer lugar.
Em cima: onde estou e quem sou

A pastilha da esquerda leva o nome da equipe ativa, tingida com a cor dela. Essa cor é calculada a partir do identificador da equipe: não se ajusta e nunca muda.
Nenhum registro deve ir parar na equipe errada por distração: por isso a equipe e a conta ficam sempre à vista.
Trocar de equipe
Tocar na pastilha abre uma folha que sobe de baixo e lista as equipes de que você faz parte.
A equipe ativa não fica guardada no banco, é um ajuste do aparelho. O celular pode então continuar em “Maison” enquanto o notebook está na associação, sem que os dois se atrapalhem.
Embaixo: as quatro abas

A barra fica colada embaixo, ao alcance do polegar. Só quatro abas, arrumadas por frequência de uso: a gente adiciona tempo todo dia, olha as estatísticas uma vez por semana, as tarefas de vez em quando, e os ajustes quase nunca.
Duas telas importantes não têm aba, de propósito. “Meus tempos” se alcança pelas estatísticas e pelos ajustes, porque a gente vai lá para corrigir, não para consultar. “Categorias” se alcança pela aba Adicionar, ali onde a falta de uma categoria aparece.